Preço pedido nos anúncios, em euro (1 € = R$ 6,0189).
Dados: immobiliare.it · FIPE · Banco Central · agosto de 2026
Em 9 das 20 regiões da Itália, o metro quadrado custa menos que a média do Brasil (€ 1.654).
11 custam menos que São Paulo (€ 2.017/m²).
Todas as 20 regiões da Itália rendem mais aluguel que a média do Brasil (5,8% ao ano).
As que mais rendem: Calabria 14,7%, Valle d'Aosta 12,0%, Toscana 10,9%.
Aluguel de 12 meses dos anúncios sobre o custo total de aquisição.
Preço médio pedido de cada região, em euro, contra a FIPE, em reais: cada país na própria moeda.
Leia com cuidado. O número do Brasil é em reais, com a inflação brasileira dentro: parte dessa valorização é só o real perdendo valor, não o imóvel ganhando. O da Itália é em euro. No período, a inflação acumulada no Brasil foi de +29,9% (IPCA). No Brasil, descontando a inflação, o imóvel ganhou valor em 3,9% no período.
E quem compra na Itália tem o imóvel em euro. Desde 2018, o euro subiu 38,0% ante o real (de R$ 4,36 a R$ 6,02, em agosto de 2026).
Preço médio pedido nos anúncios de imóveis residenciais, por metro quadrado, em agosto de 2026. Fonte: FIPE, consultado em 23/09/2026. É o preço de oferta, não o de fechamento: a negociação costuma baixar o valor final. Use como referência de mercado, não como avaliação de um imóvel.
Câmbio: PTAX de venda do Banco Central em 31/08/2026, 1 € = R$ 6,0189. Itália: immobiliare.it, agosto de 2026. Os dois índices medem o preço pedido nos anúncios, mas com métodos diferentes: compare a ordem de grandeza, não a casa decimal.
Custo total de aquisição: na Itália, o valor oficial da Agenzia delle Entrate (OMI) mais 12%; no Brasil, o preço da FIPE com 5% de desconto (a margem que normalmente se negocia) mais 11%. Nos imóveis da Brasilità, o preço pedido com os mesmos 5% de desconto mais 12%. Itália, 12%: imposto de registro de 9% para quem não compra como primeira casa (calculado sobre o valor catastal, em geral menor que o preço), notário e taxas (perto de 2%) e agência imobiliária (3% mais IVA), que na Itália o comprador paga por fora. Brasil, 11%: ITBI (2% a 3%, conforme o município), escritura e registro (1% a 2%) e a corretagem de 6%, que o vendedor embute no preço mas quem paga é o comprador. Os dois são estimativas: variam com o imóvel, a cidade e a negociação.
Limites: ISTAT (CC BY 4.0), via openpolis, e IBGE. Mapa: © OpenStreetMap.